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QUAIS SÃO OS PRINCÍPIOS
DO SLOW CONTENT?

 

No post Slow Content: O que é, como aplicar, princípios, apresentei pontualmente esses princípios e hoje vou me aprofundar em cada um deles.

 

Esses princípios não vem do nada: Há mais de vinte anos Tad Hargrave fala sobre Slow Marketing e criou uma estrutura para a aplicação desse conceito. Inclusive foi o Tad, pessoalmente, que nomeou a Ana Fragoso como um dos maiores nomes do Slow Marketing no mundo, especialmente no Brasil. A Ana lapidou essa estrutura e os conceitos do Slow Marketing para o mercado Brasileiro e durante esses dois anos trabalhando como sua parceira, fui entendendo a origem e o caminho do Slow Content.

 

Partimos do princípio de que o Slow Content está dentro do Slow Marketing. Para você conseguir aplicar o Slow Content na sua comunicação, o que você está comunicando (plataforma e container, ou seja, posicionamento e modelo de negócio) precisa estar bem definido e claro para você. O Slow Content entra no que chamamos de caminhos dentro do Slow Marketing, ou seja, o papel do Slow Content é levar sua mensagem para mais pessoas, gerar visibilidade, conexão, relacionamentos de forma sustentável para você, quem cria o conteúdo, e sua audiência, quem recebe esses conteúdos.

 

Slow Content vai além do produzir menos e com mais qualidade.

 

Princípios do Slow Content:

  • Coerência – Com o propósito e a mensagem do seu negócio.

    Meu negócio fala sobre Slow Content e eu falo muito sobre Essencialismo. Logo, o meu conteúdo não pode ser agressivo e também não faz sentido eu produzir loucamente e estar em todos os lugares, essa é a coerência.

     

  • Autonomia – Saber e poder escolher quando acelerar e quando desacelerar.

    O contrário do que o nome sugere, o Slow não fala sobre lentidão. Segundo Carl Honoré no seu livro “Devagar”, o Slow nos dá consciência e a autonomia de poder escolher quando acelerar e quando desacelerar. Autonomia no Slow Content é justamente sobre ter clareza e segurança para fazer essa escolha de ritmo.

     

  • Simplicidade – Clareza na comunicação, direto ao ponto, informativo.

    Como eu posso comunicar o que preciso comunicar com a maior clareza possível, de forma que as pessoas entendam, sem rodeios e com as informações direto ao ponto? Essa é uma pergunta que deve fazer parte do seu dia-a-dia, inclusive se essa estrutura de produção de conteúdo está simples de orquestrar.

     

  • Mínimo de Mídia – Essencialismo, menos e melhor.

    Esse é meu princípio favorito! Ele fala que você não precisa estar em todos os lugares para expandir seu alcance e que é possível e até mais sustentável você produzir menos, com mais profundidade, assertividade e conexão com que está ali te acompanhando. Não é fazer menos por simplesmente fazer menos, é fazer menos visando investir energia onde a contribuição será melhor possível para seus objetivos de comunicação e negócio.

     

  • Respeitoso – Para quem faz e quem recebe.

    O objetivo do Slow Content é que a jornada de produção de conteúdo seja gentil, tanto com quem produz (ou seja, nada que vai te exaurir ou atravessar seus limites deve entrar na estratégia, por que nada justifica isso) quanto para quem recebe, nada de entupir a caixa da pessoa, cadastrar ela na lista de e-mails sem ela ser avisada, e etc.

     

  • Honesto – Sem gatilhos mentais e meias verdades.

    Parece besteira ter que falar isso, mas não é. Vemos diariamente comunicações cheias de gatilhos mentais com técnicas que maquiam a verdade. Aqui comunicamos o número de vagas reais, o número de dias reais que a pessoa tem para comprar, não aplicamos técnicas de escrita que confundem as pessoas, etc.

     

  • Inteligente – Estratégias sólidas por trás do fazer.

    Por trás de toda ação de Slow Content existe uma inteligência, uma estratégia pensada no longo prazo e na sustentabilidade do negócio, com “porquês” bem definidos que não seguem o fluxo, e sim o caminho em direção aos objetivos essenciais da comunicação de cada um. Além disso, a comunicação não duvida da inteligência de quem a está recebendo – isso conversa com o princípio da simplicidade.

     

  • Relacionamento – Com a audiência, hubs e collabs para expandir sua mensagem.
    O relacionamento é um componente essencial dentro do Slow Content. Inclusive, dentro de qualquer estratégia de marketing – a internet distorceu um pouco isso com as fórmulas para bombar em cima do postar – mas ter um relacionamento genuíno com a audiência, com a sua rede de relacionamento e também criar conteúdos em parceria com outras pessoas (collabs – colaborações) são movimentos impulsionadores dentro da nossa estratégia. No Slow Marketing existe um caminho de network estruturado chamado Hub Marketing, que abordarei por aqui também!

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