Sobre

Praticamente uma aquariana com o elemento terra predominante no mapa astral.

Eu pensei muito, muito mesmo se escreveria sobre mapa astral nessa sessão. Tem gente que não gosta, tem gente que não acredita, tem gente que acha besta. Mas sou eu. E a sessão é sobre mim. Então eu posso falar do que eu quiser (risos) e eu acredito em astrologia. Ela me explica muito sobre mim e sobre o mundo. E o que eu quero dizer quando digo praticamente uma aquariana? Que eu não sou aquariana, mas tem muito aquário no meu mapa. É o aquário que me faz ser criativa, me dá a sensação de viver num mundo paralelo, me trás tantas novas visões de mundo, me expande. E o elemento terra predominante me tira do mundo das idéias e me coloca no chão, na realidade, transforma meus pensamentos fora da caixa em ação, me aproxima do mundo.

Essa dualidade me faz transitar com facilidade entre o mundo das idéias, o olhar visionário e o tempo em que vivemos. Bem vindo ao meu mundo.

O empreendedorismo me conquistou. Logo eu, que nem sabia o que era “empreendedor”.

Depois de trabalhar durante anos numa multinacional, subir de cargo algumas vezes, atingir o reconhecimento que almejei, um dia me vi totalmente infeliz. Sentia que precisa de mais… mais criatividade, mais liberdade, mais dinheiro, mais contato com o mundo (olha meu eu aquariano ai!). Eu nem sabia o que empreender significava, mas sabia que não queria mais trabalhar no formato clt. Decidi então, que seria freelancer de produção de conteúdo. Essa história começou a crescer, e em 2016 nasceu minha agência digital, a Jumoke. Foi uma história de muito valor na minha caminhada. Demos certo, aprendemos muito, erramos. Dois anos depois, no nosso auge, decidimos: ainda não é esse modelo de trabalho que queremos para as nossas vidas. Mudei de novo.

Nada acontece ao acaso.

Até hoje eu aprendo todos os dias que uma habilidade essencial de um empreendedor é planejamento. Encerrar as atividades da agência não foi um ato impensado, foi uma decisão que nasceu da minha formação em Coaching Ontológico no Appana e do meu processo de Mentoria com a Jaqueline Gatti. Fechar a empresa foi a atitude que originou meu trabalho como Coach e Mentora. E foi o ato que me fez com que de certa forma eu me encontrasse: Com minhas paixões, aflições, luz, escuridão. Não me arrependo. Daí nasceram questionamentos que me levaram a criar meu próprio formato de mentoria, meu jeito de ser coach e ver que eu queria outros formatos de vida.

Uma vida com alma, por favor.

Por que eu falo tanto de ALMA? Nas minhas insatisfações, percebi que não adianta ter uma profissão, uma empresa, uma casa, um relacionamento, uma religião se você não fizer escolhas e ter um dia-a-dia pautado no que a sua alma pede. Não é no que o mercado faz, no que o mercado manda, no que os outros querem… Se o post não tiver alma, não tem likes. Se o serviço oferecido não tiver alma, ninguém compra. As pessoas sentem a presença de alma nas coisas. E que alma? A sua! E é por isso que eu não acredito em fórmulas prontas. Cada pessoa é única, cada negócio é único (e lembrando que sua vida e seu negócio andam juntos!). As coisas só começaram a dar certo pra mim do jeito que eu queria quando eu entendi e apliquei isso e outras cositas mas. E aqui, através dos meus processos, eu quero passar isso pra você. É possível sim ser feliz, ganhar dinheiro e ter um negócio e uma vida do jeito que você sempre quis.

Aqui, compartilho com você relatos e aprendizados da minha caminhada empreendedora.

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